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Referência no atendimento de crianças e adolescentes no Ceará, Hias já formou cerca de 600 pediatras
Ter, 27 de Julho de 2021 17:00

Unidade é reconhecida como Centro de Referência Nacional para a promoção da saúde da criança e do adolescente

A história do Hospital Infantil Albert Sabin (Hias), unidade da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa), se confunde com a história da residência em Pediatria no Estado. Criada em 1977, o programa de residência pediátrica do hospital já formou cerca de 600 especialistas. Ao longo desses quase 45 anos, os profissionais que passaram pela unidade vêm mudando o rumo da Pediatria cearense.

Credenciado pelos Ministérios da Saúde (MS) e da Educação (MEC) como um hospital de ensino, reconhecido como Centro de Referência Nacional para a promoção da saúde da criança e do adolescente, o Hias conta com profissionais competentes e comprometidos que atendem 30 especialidades na Pediatria.

Na data que celebra o pediatra no Brasil, neste 27 de julho, a diretora clínica do Hias, Fábia Linhares, destaca a vocação do hospital, tanto na área assistencial, quanto em ensino e pesquisa. “O pediatra do Hias é um profissional diferenciado, porque ele tem a oportunidade de, durante toda sua trajetória, vivenciar patologias crônicas raras e se beneficiar da nossa expertise, trazendo para a sociedade, em nível de mercado, um profissional completo, capaz de atender com qualidade e segurança qualquer doença que, por sua vez, chegue até ele. Além disso, ele traz no coração um talento diferenciado, um talento especial, que é o amor e carinho dessa família Hias que aqui se forma”.

Conhecimento que se multiplica

Após a passagem pela residência do Hias, muitos pediatras formados pela instituição retornam para atuar no hospital, sendo responsáveis pela evolução constante na assistência de crianças e adolescentes na unidade. Além disso, alguns desses profissionais ocupam atualmente cargos de gestão, contribuindo ainda mais com o desenvolvimento do hospital e, consequentemente, da Pediatria no Ceará.

Alexandre Miná é um dos formados pelo Hias que retornaram após a residência. Pediatra-geral da unidade, o especialista atua ainda como preceptor da Residência Médica, replicando os conhecimentos adquiridos no hospital ao longo dos últimos 16 anos, desde que era residente. Segundo ele, quando começou a trabalhar na unidade, ainda na época da residência, já se encantou pelas inúmeras possibilidades de aprendizado que o hospital oferecia.

Hospital Infantil Albert Sabin se destaca tanto na área assistencial, quanto em ensino e pesquisa

“O Hias é um hospital extremamente rico. É rico de patologias, pois as doenças mais difíceis, mais raras, os diagnósticos mais instigantes estão aqui. É rico de experiência social, de experiência humana, porque uma coisa é tratar uma enfermidade numa família que tem bom poder aquisitivo, outra coisa é ter que estar atento até ao antibiótico que vai escolher ou ao tipo de tratamento que vai seguir em razão da condição social dos pacientes atendidos. Enfim, é muito interessante e instigante saber que muitas coisas a gente só vê aqui”, explica Miná.

Quem também destaca o intenso campo de aprendizado que o Hias oferece para os pediatras em formação é a coordenadora e preceptora da Residência Médica do Hospital Infantil Albert Sabin (Coreme/Hias), Virna da Costa e Silva. “Aqui, o residente da Pediatria pode vivenciar desde a parte mais básica, no postinho de saúde onde eles vão, que é vinculado à nossa Residência Médica, até os mais altos graus de complexidade das UTIs [Unidades de Terapia Intensiva]. Ele tem acesso ainda à parte teórica, através das aulas e cursos de capacitação que realizamos, além do ensinamento pessoal adquirido com a convivência com os colegas, com os pacientes e com as famílias, que proporciona esse aprendizado que vai além dos livros e da ciência”, enfatiza.

O residente do Hias também tem a oportunidade de atuar em parceria com outras áreas assistenciais, como a Fisioterapia, a Fonoaudiologia, a Psicologia, o Serviço Social, dentre outras, algo muito importante para a formação dos profissionais e para garantir um cuidado mais amplo às crianças e aos adolescentes atendidos na unidade.

A residente Rebeca Holanda, que iniciou sua formação em março deste ano, relata que a experiência até o momento tem sido muito enriquecedora e gratificante. “Os preceptores se demonstraram bem acolhedores, detentores de muito conhecimento e ótimos professores. Além disso, percebo que a maioria dos profissionais do Hias têm prazer em nos ensinar algo, e isso me deixa muito confortável para aprender com todos. Eu não me refiro só aos médicos, mas também às enfermeiras, às técnicas, aos maqueiros, etc. Todos estão sendo essenciais para meu crescimento e amadurecimento profissional”, diz.

 

Assessoria de Comunicação do Hias
Texto e fotos: Erika Mavignier

 
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