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Técnica de enfermagem conhece seu filho no Albert Sabin
Ter, 05 de Dezembro de 2017 10:28

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Para trabalhar na área da saúde é preciso ter vocação. Mas para trabalhar em uma unidade de assistência terciária infantojuvenil é necessário mais do que vocação, é preciso amor. “Lidar com doenças graves é difícil. Em crianças, então, é muito mais. É preciso muita dedicação e, de repente, a gente está amando. No meu caso, aqui, eu conheci meu filho, meu presente de Deus”, fala Fernanda Maria do Nascimento Silva, técnica de enfermagem do Hospital Infantil Albert Sabin (Hias), do Governo do Ceará.

O encontro de Fernanda com o pequeno Gabriel ocorreu no fim de 2012. Ela, iniciando a carreira como técnica de enfermagem no Hias e Gabriel, com quase um ano de idade, enfrentando suas primeiras internações para tratar um problema renal crônico. “O conheci no quarto andar, na nefrologia. Ele estava internado acompanhado da mãe. Eu e as outras funcionárias éramos todas apaixonadas por ele”, conta Fernanda.

Com o tempo, no entanto, as internações do Gabriel ficaram mais regulares e a ausência da família era mais perceptível. Até que, após um ano de idas e vindas, Gabriel teve uma nova alta e nenhum familiar teve condições de buscá-lo e levá-lo para casa. “Tivemos de acionar o conselho tutelar. A família informou que não tinha condições de cuidar dele, ele iria para um abrigo. Então eu pedi para ficar com ele, eu já morria de amores por ele. A mãe dele, permitiu, disse que se fosse para ir para um abrigo preferia que ficasse comigo, que eu já era uma segunda mãe”, relata.

Segundo Fernanda, o pequeno Gabriel rapidamente se tornou o “rei da casa”. “Não tem como não amar esse menino. Meus pais são loucos por ele, e nós corremos atrás da saúde dele”, afirma Fernanda que conseguiu a guarda definitiva quando Gabriel tinha um pouco mais de dois anos de idade. “Há dois anos ele conseguiu fazer o transplante de rim no HGF [Hospital Geral de Fortaleza]. Hoje ele tem seis anos e está tão bem, começou até a estudar. Em dezembro vai ter a festinha do ABC”, diz a mãe orgulhosa, acrescentando, “sei que muitos não teriam coragem de fazer o que fiz, mas tive muito apoio dos colegas de trabalho e da família”.

Atualmente, Gabriel faz consultas regulares no HGF. Ao Albert Sabin, ele vai apenas para visitas ou consultas em outras especialidades. “Ele é meu primeiro filho”, diz a técnica de enfermagem, ressaltando que mais do que uma oportunidade de trabalho, o Hias deu-lhe uma nova família. Fernanda continua trabalhando na nefrologia e se emocionando com cada história que passa pelo setor.

“Por natureza, já é muito fácil você amar uma criança. Imagina então quando nós a vemos em um estado tão frágil, é quase impossível não despertar esse sentimento de querer estar perto e cuidar. Dá para imaginar um hospital inteiro assim? Este é o Albert Sabin. Não à toa, somos referência na assistência infantojuvenil”, declara a diretora geral do Hias, Marfisa de Melo Portela.

 

Assessora de Comunicação do Hias
Diana Vasconcelos
(85) 3256-1574
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